Hoje eu sonhei com lugares onde nunca estive Vivi momentos que jamais os tive Amei pessoas sem saber quem eram Acordei perdido, em meio ao nada, ao nada em que me encontro agora Vivi intensamente o que não havia Corri os campos de um não lugar Senti um vento que não existia Cheguei num porto em um lugar nenhum No espelho não me via mais Apenas sombras ou sobras de alguém perdido Alguém que partiu sem saber seu destino Alguém que sabe sua inconsistência
"Lixo é domínio público.... Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social". (Luis Fernando Veríssimo, O Melhor das Comédias da Vida Privada, "Lixo", página 90, editora Objetiva Ltda. Edição de 2004). Esse parágrafo é bem interessante, nos trazendo muitas reflexões acerca das nossas semelhanças e nossos destinos. Sobretudo sobre aquilo que jogamos fora. É verdade que os lixos não são iguais: o lixo dos ricos é bem diferente daquele dos pobres, assim como são diferentes os lixos gerados por homens e por mulheres. Entretanto, os destinos são os mesmos. Mistura-se e torna-se uma só coisa, sem identificação, como diz o autor, passa a ser de domínio público. E como não existe "fora", acabam indo para os mesmos lugares: lixões, cooperativas de reciclagem etc. Há cerca de uns quinze dias atrás, fui a uma cooperativa de reciclagem com uma cole...
Quando te vi Senti um sol brilhar O que eu já vivi Perdeu-se em seu olhar Cabelo vermelho, seu jeito seguro As suas certezas, e minhas fraquezas Mudei meu futuro, mudei de cidade Parti inseguro pra felicidade Dulce Caminhamos na praia, pisamos na areia O sol a nascer, o sol a se pôr Paisagens que temos, que compartilhamos Me dá sua mão, me traz sua paz Ouça a música criada por IA para esse post em: https://www.sombeat.com/share/67f972e5-06b2-4e5e-8256-65c47afffa46/?ref=254152
Comments