A DOR INSUPORTÁVEL PELO GENOCÍDIO INFANTIL
Essa música é de uma força impressionante, para almas sensíveis.
Quando vemos que 64 mil crianças foram mortas ou feridas na atual guerra de Israel e a Palestina, na faixa de Gaza, 4 mil crianças mortas e feridas na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, entre um total de 520 milhões de crianças que vivem em regiões em guerra no mundo, a música ganha mais intensidade.
Existem explicações, lados, ideologias, mas, nada disso sustenta essa situação.
Defender esse genocídio em massa de crianças ao redor do mundo é algo indefensável.
Ao ouvir essa música, essas crianças me veem à mente e eu choro. Um choro profundo pela inocência dessas crianças que não escolheram nações, religiões ou raças: são vítimas de uma roleta russa geográfica.
Choro pela minha impotência diante dessa situação.
Me entristece mais saber que existem pessoas – e não são poucas – que escolhem lados para justificar o injustificável.
Que defendem a morte de crianças no país A, por ter atacado o país B, criando, assim, um raciocínio estúpido e cruel de que a morte de uma criança pode ser vingada com a morte de outra.
Crianças, indefesas, inocentes. Vítimas de um sistema hediondo, comandado por adultos, os quais tomam decisões à distância e se protegem em bunkers.
Estamos longe de nos classificar como "humanos".

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