"Lixo é domínio público.... Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social". (Luis Fernando Veríssimo, O Melhor das Comédias da Vida Privada, "Lixo", página 90, editora Objetiva Ltda. Edição de 2004). Esse parágrafo é bem interessante, nos trazendo muitas reflexões acerca das nossas semelhanças e nossos destinos. Sobretudo sobre aquilo que jogamos fora. É verdade que os lixos não são iguais: o lixo dos ricos é bem diferente daquele dos pobres, assim como são diferentes os lixos gerados por homens e por mulheres. Entretanto, os destinos são os mesmos. Mistura-se e torna-se uma só coisa, sem identificação, como diz o autor, passa a ser de domínio público. E como não existe "fora", acabam indo para os mesmos lugares: lixões, cooperativas de reciclagem etc. Há cerca de uns quinze dias atrás, fui a uma cooperativa de reciclagem com uma cole...
Há pessoas que vão à praia para mostrar o corpo; Há pessoas que vão à praia para ver outros corpos; Há pessoas que vão à praia para se bronzear; Há pessoas que vão à praia para postar fotos nas redes sociais; Há pessoas que vão à praia para andar na areia; Há pessoas que vão à praia para ver o mar; Há pessoas que vão à praia para se banhar; Há pessoas que vão à praia para pescar; Há pessoas que vão à praia para meditar; Há pessoas que vão à praia e mergulhar em reflexões sobre o passado; Há pessoas que vão à praia para refletir sobre o futuro e suas inquietações; Há pessoas que vão à praia para surfar; Há pessoas que vão à praia em embarcações e ganham o alto mar; Há pessoas que vão à praia para ver o sol nascer; Há pessoas que vão à praia para ver o pôr do sol; Há pessoas que vão à praia para construir castelos na areia; Há pessoas que vão à praia para vender produtos aos banhistas; Há pessoas que vão à praia por profissão, para salva...
Meu primeiro livro publicado - 'Coincidências Desconcertantes". Certos acontecimentos em minha vida não parecem simples coincidências. Pode alguém ao morrer, enviar um sinal para quem admira? É possível pintar um quadro e descobrir, depois, que uma imagem surgiu, com melhores traços e detalhes? Existem automóveis e casas amaldiçoadas? Agora, na terceira idade, trago alguns desses acontecimentos que mais me impactaram. Minha intenção é deixá-los registrados e provocar o leitor para a reflexão. Respostas podem existir e são muitas, dependendo do entendimento de cada um, do místico ao cientista. Me importam mais as boas perguntas: as respostas mudam com a evolução do conhecimento humano, mas, são as perguntas que nos movem, que nos fazem pesquisar, duvidar, rever e aprender. Adquira seu exemplar : https://loja.uiclap.com/titulo/ua179623
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